Palavra:

"Quando jejuardes, não vos mostreis contristrados como os hipócritas; porque eles desfiguram os seus rostos, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, para não mostrar aos homens que estás jejuando, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará."

Mateus 6:16-18

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

QUER CONHECER MAIS DE DEUS E ALIMENTAR O SEU ESPÍRITO? ENTÃO, LEIA A ENTREVISTA ABAIXO.

É preciso ter humildade

Em entrevista exclusiva, bispo Edir Macedo explicou por que essa qualidade é fundamental ao ser humano

Para conquistarmos a Salvação, é necessário que sejamos humildes, não no sentido socioeconômico, mas espiritualmente. A humildade nos capacita a sermos verdadeiros com nós mesmos e a aceitarmos que somos dependentes de Deus. 
Se nos apoiamos em nosso próprio orgulho e acreditamos que podemos viver sem Deus, não nos atentamos ao fato de que, em algum momento, poderemos falhar, ou que alguma adversidade pode nos levar ao fundo do poço. E se isso acontecer, por estarmos longe de Deus, nosso fracasso será inevitável.
bispo Edir Macedo falou com exclusividade sobre o tema. Acompanhe a entrevista:
Universal.org: O que a humildade tem a ver com a Salvação da alma?
Bispo Macedo (BM): Não há condição de a pessoa ser salva sem ser humilde. Primeiro ela tem que ser humilde. O Senhor Jesus disse: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.” Mateus 5.3
O Reino dos Céus é a Salvação. A porta de entrada para o Reino dos Céus é a humildade. Por isso a pessoa deve ser humilde para aceitar crer num Deus invisível, que não se sente, não se pega, e, assim, ter acesso a esse Deus infinito e invisível. Ela tem que ter humildade para reconhecer que Ele existe e Se torna galardoador dos que O buscam. Isso é humidade. A pessoa tem que ter humildade para conquistar o Reino de Deus. Não tem outra saída.
Universal.org: Como a pessoa pode encontrar a verdadeira humildade?
BM: Todo mundo que está salvo, está salvo porque se encontrava no fundo do poço e se via perdido. A pessoa, para ser salva, tem que reconhecer que está perdida e que precisa de Salvação.
Universal.org: Então, a humildade não tem nada a ver com a personalidade da pessoa?
BM: Não, tem a ver com reconhecimento. A humildade não está relacionada à condição socioeconômica. A humildade é de espírito, uma humildade interior, íntima, que é uma coisa pessoal.
Universal.org: Por que Jesus disse que é tão difícil um rico entrar no Reino dos Céus?
BM: Porque o rico não tem humildade. Ele tem dinheiro e confia no dinheiro. Então, a humildade dele inexiste. Só por conta disso ele não entra. Não é que Deus proíba o rico de entrar no Reino dos Céus, o problema é que ele confia na riqueza, e para deixar de confiar na riqueza e confiar no Deus invisível, ele tem que ser humilde.
Universal.org: Para a fé funcionar, deve ser arrojada. Como podemos fazer, então, um paralelo entre essa fé e a humildade?
BM: A pessoa só tem fé agressiva se for humilde, porque essa fé agressiva vem de Deus. E Deus só doa o poder dEle aos humildes. Ele não vai doar o Seu poder para quem é pedante, orgulhoso, porque aí a pessoa vai confiar nela e não no poder de Deus. A pessoa só tem acesso a essa fé arrojada se ela for humilde. Se ela não for humilde, ela não tem condição de ter fé, porque a fé vem do Espírito Santo.
Universal.org: Como a pessoa pode entender que precisa reduzir o seu “eu” para que Deus possa crescer nela?
BM: Para isso, a pessoa tem que descer ao fundo do poço, tem que começar do zero. Se ela não descer ao fundo do poço, não vai ser humilde. Porque é no fundo do poço que ela reconhece que não tem escapatória, não tem para onde fugir, não tem saída. Então, se ela olha para um lado, olha para o outro e não vê saída, obrigatoriamente, vai ter que olhar para o Alto. 
Quando ela olha para o Alto e pede a Deus ajuda, aí é que entra a humildade, o reconhecimento. Ela pensa: “É, realmente errei, preciso de Ti, estou desesperada, não tem saída para mim, só o Senhor pode me ajudar. Se o Senhor existe, me ajude!” É aí que entra a humildade, mas essa humildade só é possível para a Salvação quando a pessoa estiver no fundo do poço. Aí ela é liberta desse fundo de poço e Deus concede a ela a fé arrojada para tomar posse das demais bênçãos.
Universal.org: Qual o maior objetivo da fé?
BM: A maior grandeza da fé não é a conquista material, a conquista do sucesso. A maior conquista da fé é a Salvação. Esse é o fim da nossa fé, é o objetivo da fé. A vida eterna não é uma coisa gratuita, não cai do céu para todo mundo, mas é algo de que você tem que tomar posse. Paulo disse: “Toma posse da vida eterna...” (1 Timóteo 6.12) Jesus confirmou isso quando disse: “... o Reino dos Céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.” Mateus 11.12
A fé tem os seus mistérios, mas o objetivo dela é a Salvação eterna. É o fundamento dela. É por isso que ela vem de Deus, não do homem, nem da ciência, mas de Deus. É Ele quem nos dá essa fé. Cabe a cada um de nós guardar essa fé para tomar posse da vida eterna. E isso é uma coisa pessoal, uma guerra pessoal. Então, vamos enfrentar o inferno para chegar lá, mas temos força para isso.
Universal.org: Ainda sobre fé, muitas pessoas conquistam aquilo que almejam, mas acabam perdendo, de uma maneira ou de outra. Nesse caso, o que elas podem fazer para manter aquilo que conquistam?
BM: Veja o caso do povo de Israel. Digamos que tenham saído 3 milhões de pessoas do Egito, mas só duas entraram na Terra Prometida. A Terra Prometida é Jesus. O deserto pelo qual eles passaram, durante 40 anos, são as tribulações, as dificuldades, os infernos que temos que enfrentar a cada dia. Para prevalecer e permanecer nessa conquista até o fim, perseverando até o fim, a gente tem que estar firme na fé, porque os adultos que saíram do Egito não conseguiram manter-se nela, mesmo tendo visto as maravilhas de Deus.
Universal.org: Trazendo a história do povo de Israel, que saiu do Egito, para os dias de hoje, como poderíamos definir esse deserto na atualidade?
BM: Fazendo uma analogia dessa travessia do deserto, é a nossa própria travessia. Estamos atravessando esse deserto também para chegar à Salvação, a Jesus. Temos que enfrentar os desertos com seus escorpiões, cobras, lagartos... E quando chegarmos à Terra Prometida, temos que vencer os cananeus, os filisteus, os inimigos, enfim, para nos mantermos lá.
(*) Colaborou Daniel Cruz

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Alma x Espírito






Se Deus fosse alma, Sua comunicação com os seres humanos seria diretamente da Alma Divina para alma humana. Isto é, de Coração para coração, de Sentimento para sentimento, de Emoção para emoção.
Então, poderíamos senti-Lo.
Se Ele fosse Matéria, Sua comunicação conosco estaria sujeita ao corpo humano. Ele Se apresentaria em forma humana, não apenas por um tempo como foi Jesus, mas por todo o tempo.
Então, poderíamos vê-Lo, senti-Lo e tocá-Lo hoje, como o fizeram Seus discípulos.
Como Deus é Espírito, Sua comunicação com a criatura humana está sujeita apenas ao campo espiritual. Do Espírito de Deus para o espírito humano, da Suprema Inteligência e Sabedoria para a inteligência humana. E isso só é possível por meio da fé. Fé aplicada na Sua Palavra.
A partir desse tipo de fé, fé exercitada e praticada em obediência à Palavra, a comunhão com Ele torna-se real.
Confesso que é algo difícil de explicar e mais difícil ainda de entender. Só quem já teve experiência pessoal com o Espírito Santo pode compreender.
Contudo, teremos um novo Jejum de Daniel, a partir do próximo dia 13 de agosto, quando os sedentos estarão chegando à Fonte e terão o direito de desfrutar o tipo de fé que produz benefícios eternos.
Medite neste ensinamento e descubra o segredo da fé que funciona:
“E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi.
Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo.” Mateus 21.28-31
Bp Macedo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ciência na Bíblia - Os benefícios do jejum

Cientistas comprovam que prática cristã que visa privilegiar o espírito também gera vantagens ao corpo

Por Marcelo Cypriano / Fotos: Thinkstock e Fotolia
marcelo.cypriano@arcauniversal.com


Prática comum nos tempos bíblicos, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o jejum consiste basicamente na diminuição ou supressão da dieta alimentícia por tempo determinado. O intuito principal é “matar a carne”, metaforicamente falando: não ceder aos desejos do corpo e privilegiar o espírito, orando e meditando na Palavra de Deus.
Entretanto, pesquisas recentes mostram que deixar o físico um pouco de lado no que tange à alimentação acaba por beneficiá-lo. Um amplo estudo realizado pelo National Institute on Ageing (o NIA, “Instituto Nacional do Envelhecimento”, em tradução livre), de Baltimore, Estados Unidos, concluiu que jejuar em dias alternados pode ajudar na manutenção do cérebro, gerando longevidade e saúde em geral.
O estudo, recentemente divulgado no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, Canadá, mostrou que o jejum também ajuda o corpo a combater doenças degenerativas comumente ligadas ao avanço da idade, como os males de Parkinson e de Alzheimer.

Mark Mattson, coordenador do laboratório de neurociências do instituto, diz que diminuir o consumo de calorias pode ajudar o cérebro, mas uma pequena redução não é tão boa quanto quase parar de comer em certos momentos. “Pode ser melhor alternar períodos de jejum, ingerindo praticamente nada, com períodos em que a pessoa come mais à vontade.” Mattson considera suficiente reduzir o consumo diário para cerca de 500 calorias nesses períodos de comer menos – duas vezes por semana, por exemplo –, para já começar a sentir os benefícios.
Cobaias
Em experiências no NIA, alguns ratos de laboratório receberam um mínimo de calorias em dias alternados. Eles viveram o dobro das cobaias que comeram normalmente. Segundo Mattson, como os animais do primeiro grupo comiam menos, seu corpo precisou produzir menos insulina, o hormônio que controla o nível de açúcar no sangue. Altos níveis de insulina são associados à diminuição da função cerebral e a maior risco, obviamente, de diabetes.
Os ratos sujeitos ao jejum também apresentaram maior desenvolvimento de novas células cerebrais e mais resistência ao estresse. Além disso, ficaram menos sujeitos a problemas equivalentes ao Parkinson e ao Alzheimer. O cientista declarou que estudos com humanos também mostraram tais benefícios, além de maior proteção quanto a doenças como a asma. “Restrição energética na alimentação aumenta o tempo de vida e protege os sistemas cardiovascular e nervoso central de males comuns ao envelhecimento.” As pesquisas prosseguem.
Precauções
Mas não é por ter lido isso que alguém vai parar de se alimentar direito e pronto. Antes de fazer alguma besteira, sempre é bom consultar seu médico de confiança. Nem todo mundo pode comer ou deixar de comer determinados alimentos. A capacidade de processá-los e necessidade de certas quantidades de qualquer um deles variam muito de pessoa para pessoa. O profissional da saúde é que pode determinar o que cada um pode ou não comer, de acordo com a realidade daquele corpo em especial (doenças ou tendências a elas, por exemplo). Muita gente come algo que o prejudica a vida inteira, ou deixa de comer algo que ajudaria na manutenção de sua saúde, por pura falta de informação. Também é de bom tom o acompanhamento de um nutricionista.
Jejum cristão
Para os cristãos protestantes não há datas específicas para jejuar, como acontece em outras crenças. A Bíblia mostra bem a questão de “matar a carne” para “alimentar o espírito”. A pessoa percebe que é capaz de vencer motivações egoístas, desejos que o afastam de Deus. Assim, aproxima-se mais dEle.
Além disso, no âmbito cristão, o jejum não diz respeito somente a alimentos e líquidos. Deixar de lado por tempo determinado qualquer coisa ou hábito considerado pela pessoa como indispensável também mostra que ela quer a dependência real de Deus, não cedendo ao coração pura e simplesmente. Há quem deixe de lado certas guloseimas tidas como irresistíveis, como também há aqueles que deixam de acompanhar seu time de futebol por certo tempo, ou algum outro hobby. Nos Jejuns de Daniel promovidos pela IURD, por exemplo, milhões abrem mão de entretenimento pela tevê, aparelhos sonoros ou internet por 21 dias, enquanto oram e estudam a Palavra com os bispos e pastores.

Esse exemplo toca em algo importante que vale ser frisado: para ser eficaz, o jejum não é só a supressão de algum alimento ou atividade. Deve ser acompanhado de meditação na Bíblia ou em outros livros concernentes a ela, além de muita oração. A abstinência temporária, alimentar ou não, também deve ser feita de acordo com a saúde da pessoa, com fatores como a idade. Jejuando, o cristão pode se sentir mais forte espiritualmente, mais resistente a tentações e ao avanço do inimigo.
Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
Isaías 58:6


Há quem se vanglorie de estar em jejum, querendo mostrar ser “mais cristão” e poderoso por isso, privilegiando a propaganda em detrimento da entrega real a Deus. Em relação a isso, um recado do próprio Messias – que se retirou para o deserto para jejuar e orar por 40 dias, resistindo ao diabo, que tentou seduzi-lo com falsas promessas:
E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.

Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto,

Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
Mateus 6:16-18